COOPERAR E TRAIR – O QUE ISSO TEM A VER COM O SEU NEGÓCIO?

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Tanto a guerra do Iraque como a guerra de preços nos postos de gasolina, até a escolha do melhor funcionário que receberá a promoção é um grande jogo. Hoje em dia falar em tomada de decisão parece coisa do mundo corporativo, mas a todo o momento estamos fazendo escolhas, precisamos resolver coisas e isso afeta implacavelmente nosso comportamento, nosso humor, ansiedade, controle, reações e finalmente nas nossas atitudes.

 

Decidir é excluir

 

Ampliando o pensamento podemos navegar pela filosofia de Jean Paul Sartre que diz que “nossas escolhas são direcionadas por aquilo que nos aparenta ser o bem, mais especificamente por um engajamento naquilo que aparenta ser o bem e assim tendo consciência de si mesmo”, estudar a Teoria dos Jogos criada por John Nash conhecido do público geral por ter sua história contada no filme Uma Mente Brilhante, de 2001 ou ainda entender o Dilema dos Prisioneiros um jogo muito famoso que representa bem o trauma vivenciado para escolher entre cooperar e trair. Resumidamente, a estória é a seguinte. Dois suspeitos, A e B, são presos por policiais. A polícia não tem provas suficientes para condená-los, então separa os prisioneiros em salas diferentes e oferece a ambos o mesmo acordo. Cada prisioneiro faz a decisão sem saber a escolha do outro – eles não podem conversar. Como o prisioneiro vai reagir? Existe alguma decisão racional a tomar? Qual seria a sua decisão?

 

Pela emoção decidimos o complexo

 

Nos minutos iniciais do filme Uma Mente Brilhante os recém-chegados a Universidade de Princeton são recebidos com uma, podemos dizer, provocação: “Os matemáticos venceram a guerra, os matemáticos decifraram os códigos japoneses e construíram a bomba atômica … Os soviéticos querem implantar o comunismo no mundo. Seja na medicina ou na economia, na tecnologia ou no espaço traçam-se linhas de combate. Para triunfar são precisos resultados aplicáveis ….. quais de vocês será a vanguarda da democracia, da descoberta … ?”

 

Medo de escolher

 

Dias de muita abundancia tornam a vida mais difícil.

Muitos caminhos significa que não conseguiremos decidir sem perder algo.

Jogar como esporte ou brincadeira nos ajuda a equilibrar nossas emoções, a plastia de nosso cérebro se altera e aumenta nossa capacidade de decidir sem doer.

As hipóteses descartadas nos causa uma dor física, parece que levamos uma tijolada.

E assim é a nossa vida real, o jogo está em todos os momentos. Você sabe jogar?

 

Comportamento em jogo

 

Num ambiente bandeira branca, fora do mundo real, podemos exercitar fazer escolhas sem sofrimento. Como dizia do saudoso prof. Ricardo Lestner “Jogar parece brincadeira, quer experimentar?”. Ao jogar conseguimos treinar a razão e a sensação, parte frontal de nossos cérebros que impulsionam nossas ações. Quando razão e sensação se unem ninguém segura, nos tornamos competitivos sem trair, vencedores sem derrotar e principalmente quando derrotados não buscamos desculpas, encontramos uma oportunidade de avaliar, corrigir, alinhar nossos sonhos as nossas energias.

 

Para finalizar, esperamos por você em:

 

Um ambiente especial, com metodologia própria, muita vontade de contribuir para o desenvolvimento das pessoas; Condições de oportunizar melhorar o mundo interno e externo a partir do autoconhecimento e reforço do que temos de melhor; Uma grande pitada de amor que esperamos resultar em um bolo chamado felicidade.

 

E mais….

http://pt.wikipedia.org/wiki/Jean-Paul_Sartre;

http://info.abril.com.br/noticias/ciencia/2014/08/john-nash-uma-mente-brilhante-e-inquieta-aos-86-anos.shtml;

http://www.cienciadaestrategia.com.br/teoriadosjogos/capitulo.asp?cap=m6;

https://www.youtube.com/watch?v=BsO5N16uQGc.

 

Não deixe de participar de:

Oficina Comportamento em Jogo.

Uma edição acontece na próxima semana. Não perca!

http://eckart.com.br/curso-comportamento-em-jogo/;

Sobre o Autor

Liderança para o século XXI – Cibridismo e o mundo do Instantâneo.

 

Paulo Ricardo Silva Ferreira, Ph.D.
Educador, facilitador e conselheiro. Doutor em GESTIÓN Y COMERCIALIZACIÓN INTERNACIONAL DE LA EMPRESA pela Universidade de Leon/Espanha. Administrador de empresas, curso de psicologia, pós-graduado em administração hospitalar. Professor universitário em cursos de graduação e pós-graduação. Autor de mais de 500 artigos sobre gestão, neurociência e comportamento nas empresas publicados no site do Instituto Eckart, jornais e revistas especializados.

Autor do e-book “Inspirações Contemporâneas: O comportamento organizacional no século XXI”publicado na internet em 2012.

Autor do livro “Gestão de Pessoas: uma abordagem comportamental para leigos”, editora LIVRUS/SP, lançado em janeiro/2014.

Consultor Sênior em estratégia empresarial, desenvolvimento organizacional (DO), comportamento, mudança intervencionista e inteligência empresarial da Eckart Consultoria. Especialista do MEC para avaliação de instituições de ensino superior. Consultor da Secretaria Estadual de Educação para análise dos cursos em nível técnico da área da Administração. Membro da Associação Brasileira de Saúde Mental.

Criador e Presidente do Instituto Eckart Desenvolvimento Humano e Organizacional. Ex-Presidente da Fundação dos Administradores do Rio Grande do Sul. Palestrante nacional destacado pela abordagem multidimensional das organizações, apresentando temas como valores humanos, ética, comportamento e desenvolvimento humano e pensamento estratégico. Estudioso em neurociência cognitiva comportamental. Criador do primeiro programa brasileiro de Residência em Gestão Empresarial – Residência ie©

Palestrante nacional e internacional destacado pela abordagem multidisciplinar e multidimensional das organizações, apresentando temas como valores humanos, ética, comportamento, desenvolvimento humano e pensamento estratégico. Estudioso em neurociência cognitiva comportamental. Especialista no uso de jogos para aprendizagem.

 

 

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